quarta-feira, 16 de setembro de 2009

INCRÍVEL

Incrível como o tempo demora a passar quando não estou com você;
Incrível como você me faz sentir coisas que nunca senti antes;
Incrível como você ilumina meus dias mais negros
Incrível como os romances melosos de filme começaram a fazer sentido na minha cabeça;
Incrível como você me conquista;
Incrível como sabe o que quero;
Incrível como você é tão perfeita pra mim;
Incrível como aprendi com você a amar viver;
Incrível como penso em você TODOS os milésimos de segundo;
Incrível o tanto que amo você;
o tudo que faria pra ter a certeza de lhe ter pra sempre
(ou simplesmente de te ver feliz sempre);
você ter me mudado sem querer, sem eu pedir... em uma pessoa nova e melhor;
Incrível (...) ser tão incrível.


Essa semana... está sendo tensa D: Vou escrever sobre ela:

Segunda:

Parte boa: Lógico que a parte em que fiquei conversando com a Haru. Foi pouco, porque ando abarrotada de coisas D:

Parte ruim: Quase não tive tempo pra conversar com a Fernanda. Foi muito rápido. Eu passei muito tempo fora de casa, por causa das aulas à tarde... queria não precisar delas, mas tenho que agradecer por estar tendo a oportunidade de tê-las, o fato de tomar bomba ainda é uma incógnita que tenho que lutar pra que deixe de existir.
Lembro-me que, por ser dia de prova (que começa às 18h, BTW), eu estava pronta desde cedo e, exatamente 17:43 me postei à porta, esperando por meu pai pra ir pro colégio. Mas ele começou a arrumar coisinhas e acabou me atrasando. Eu queria ir cedo, porque como nós, alunos, escolhemos áreas para fazer prova aberta, eu pretendia conferir se estava correta a minha sala de provas. Imaginei tudo o que acabou acontecendo: meu pai atrasou, cheguei em cima da hora e minha sala estava errada. No lugar de humanas, meu nome estava na lista de exatas D: eu virei e falei: -FUUUU. Liguei pra minha mãe e consegui resolver, até, porém entrei com 1h de atraso pra efetuar a avaliação.
Outras duas coisas ruins da minha segunda-feira, é que foi meu 2º dia sem dormir e foi entrega do boletim 7 estrelas (recuperação em tudo, exceto sociologia, filosofia e inglês).

Terça-feira:

Parte boa: Não lembro de ter tido algo bom, fora os segundos de MSN.

Parte ruim: Dia extremamente cansativo. Eu saí direto da aula e, crente que a aula à tarde iria somente até 15:30, ao chegar no Ideal descobri que era até 17:30. Tudo o que eu tinha planejado foi por água abaixo: Eu ia chegar em casa 15:30, ia ficar conversando com a Fernanda, enquanto arrumava umas coisas de estudo na internet até umas 17h. Aí eu iria pra Savassi, passar na Leitura e comprar o meu ingresso do Miyavi, meu alargador novo e 2 pares de all star. Então... acabou que foi assim: fiquei na aula de matemática lá no Ideal até 17:45, morrendo de sono. Quase não pude conversar com a Haru, muito menos arrumar o material na net. 18:15 fui pra Savassi comprar o ingresso (que na verdade foram 'os' ingressos, mas vou falar disso no próximo parágrafo), consegui, até... mas o alargador não deu, a loja tava fechada. Fora que eu tava com aquela vontade de comer sushi e não deu também.

Agora, nada dessas coisas se compara ao que houve simultâneamente. Meu pai e minha mãe, como de costume andaram fuçando nas minhas coisas. Invasão de privacidade (ODEIO!). Primeiro foi minha mãe, que mexeu na minha carteira e achou um dinheiro e ficou perguntando. Mas o que mais me irritou é que eu nem me surpreendi em ter sido ela fuçando nas minhas coisas como sempre. Depois, meu pai. Tenho certeza de que ele andou lendo coisas no meu computador. Esse fato em si, a princípio não me incomoda, porque eu não tenho nada a esconder dele e eu não ando mentindo mais. Mas o fato dele usar o que ele lê pra me irritar, pra me ferrar, pra mostrar que ele é que tem poder, etc. isso sim me irrita.
1-Ele disse que eu não iria mais ao show com a Marina, que eu iria com minha mãe.
2-Ele quer que eu vá na terça à tarde e volte quarta cedo.
3-Ele provoca, mas depois ele mesmo não agüenta.

Eu sabia que ele queria era me vigiar e saber se eu ando gostando de garotas ainda. Pois bem, ando sim. Mas isso não é da conta dele. Ele e minha mãe sabem que não agüentam o tranco de me ver ficando com meninas. O que me enfurece nisso, é que eles sempre me disseram pra ser eu mesma e, quando eu acabo me revelando como realmente sou, eles usam disso como se eu estivesse errada. Fora que, estão agindo com infantilidade ao achar que me acompanhando ao show, eles vão me impedir de algo ou que vai fazer diferença. Na verdade, vai, odeio fazer meus pais sofrerem, mas nesse caso a escolha foi deles. Amar não é crime, ficar também não. Então eles vão reclamar de quê, se eu ficar com alguém na frente deles? Ah, vai cagar pra eles. Meu pai reclama de que não quer que eu fique com meninas em espaços públicos. Ele não me conhece, eu sei respeitar as pessoas, por mais que elas não respeitem pessoas iguais à mim, homossexuais. Elas na verdade não tem o direito de criticar ou dizer algo sobre pessoas do mesmo sexo ficando em ambientes como shoppings, shows, ruas e avenidas. Mas me diz: se não podemos fazer isso nesses locais, onde temos espaço pra isso? Em casa? HAHA, que piada. Em casa não há privacidade. E na verdade essa falta de privacidade não leva somente à termos que optar por locais públicos, mas também a mentir pros pais e deixar de confiar neles.
Essa era uma coisa que me incomodava há tempos, então aproveitei pra falar sobre isso. Eu não irei fazer a vontade dos meus pais, quando isso vai contra a minha pessoa e, exatamente por eu ter amor próprio, que esse show vai ser ótimo com, ou sem meus pais.
Ah sim, eu ainda não sei se eles irão comigo, vai depender da conversa no psiquiatra hoje. Fora que eles tão vendo que estão contraditórios em relação à eles mesmos. Então, desejo que tudo corra bem hoje e que até o final dessa semana eu venha postar a notícia boa de que eles deixaram eu ir com a Marina.
Até lá, é incerto ainda. Nada resolvido.


Beijos pra Haru, pra Cah e pra quem ler aqui. rêrê! Agora vem o período de recuperação //odeio mas acredito que vou conseguir fazer certo!AEAEAEA.


"Toda vez que ela me liga, assim que meu ouvido sente a voz dela meu coração pára. Um segundo de morte. Logo em seguida ele volta a bater, quase saltando pra fora do meu corpo. Corpo e mente... nunca estão de acordo."



->Amo quando a Fernanda me liga. A voz dela me deixa feliz.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Reason

You are the reason that I breathe,
You are the reason that I still beleive,
You are my destiny..."


Sinceramente ainda continuo a não gostar de Pussycat Dolls, mas uns dias pra trás, enquanto eu estava presa naquela rede nublada e densa de reflexões sobre minha vida e pensando sobre as incertezas que emanam dela, essa música me surpreendeu por conseguir expressar exatamente parte do que eu sentia. Lembro-me muito bem de ter procurando dentre inúmeras músicas, alguma que fizesse sentido ou que simplesmente me mostrasse algo de útil, mas foi em vão infelizmente. Com isso, comecei a vagar enterrada em um mundo que ninguém poderia ver: minha mente.
Se me pergutavam coisas sobre acontecimentos, mesmo que dos mais inúteis, eu não sabia responder. Não exergava nada mais. Eu estava alheia a tudo. Imersa em uma linha de pensamentos somente minha (e talvez de mais algumas pessoas, já que faziam parte do que eu pensava). Eu entendi o que estava errado e me incomodando. Na verdade, era algo óbvio... simplesmente não havia como eu me enganar mais. Se estava tão claro pra todo mundo, por que eu não havia enxergado também? A resposta é que provavelmente eu não podia enxergar, já que estava entranhado em mim. Sabemos que para enxergar nossos erros temos que olhar pra nós mesmos, mas sempre que podemos, evitamos isso, pois nossa imagem em um espelho, reflete tudo o que somos, tudo o que temos. Nossos defeitos e qualidades. Mas geralmente só vemos os defeitos. Eu errei ao tentar me enganar. Sempre soube, desde que eu havia ingressado em algum tipo de relacionamento (mais sério do que pode aparentar) com a Fernanda, de que era algo diferente do que eu já havia sentido. Pois é, é diferente. No início foi uma paixão extremamente forte, mas que à medida em que os dias se passaram, transformou em amor. Hoje tenho a certeza de que não percebi antes o que era, porque eu não acreditava na época. Mas todo aquele sentimento infantil, aquela melosidade que eu pensava nas antigas relações que fosse o amor, não passava simplesmente de uma vírgula no enorme texto da minha vida. Agora, o conteúdo da minha biografia é o que me dei conta que estou vivendo: UM PUTA DE UM AMOR VERDADEIRO. Pois é, aqueles de filmes, livros, poemas românticos. Quem diria, hein? Acho que ninguém podia imaginar que eu fosse ser assim algum dia, né?
Enfim, no final não funcionaria eu mentir pra mim, ou tentar trocar um sentimento verdadeiro por máscaras e disfarces que na minha mente desviariam minha atenção do fato em si (como drogas e sexo), pois eu me sentiria vazia, incompleta. Não adianta, não me sinto completa sem a Fernanda.
E foi nessa linha de pensamentos, em que me decidi. Saí do transe e da fase que me deprimia, pra uma fase melhor, porque eu simplesmente abriria mão de tudo se precisasse. Não há nada que eu possa perder, exceto esse amor e a luta pra perpetuá-lo. E é assim que hoje me sinto ainda. Feliz. Apaixonada. E madura. Não importe quanto tempo demore, ou até mesmo que nunca aconteça. Só não vou deixar de me amar mais, a ponto de tentar enganar a única certeza (excluindo a de que amo a Haru) que uma pessoa pode ter: a de si mesmo.

Não necessito que alguém me dê permissão ou que ache certo ou errado o que estou fazendo. A vida é minha, o amor é meu, o sentimento é meu e a relação também é minha, então FODA-SE aqueles que pensam que é uma perda de tempo. Podemos estar distantes, mas o sentimento é real. Acredito demais nisso e em que vai dar certo. Fernanda, te amo e além de eu não conseguir ver minha vida sem você, eu não quero isso. Estarei aqui hoje e sempre pra você.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Time passes...

even when it seems impossible. Even when each tick of the second hand aches like the pulse of blood behind a bruise. It passes unevenly, in a strang lurches and dragging lulls, but pass it does.
...even for me.



E, foi ao perceber como são tolas as pessoas que vivem a vida a brincar, a jogar, na verdade tolas não, talvez vazias, mas foi ao perceber isso que me dei conta de como é amadurecer. Se antes eu sentia que não tinha motivos pra viver quando algo me fugia ou não dava certo, hoje eu sinto que é apenas uma fase ruim, mas que logo será superada e outra era, na maioria das vezes feliz, irá começar.
É lógico que o tempo passa. Lógico que ele parece estagnado quando nada dá certo. Toda vez que quisérmos que ele passe mais rápido, ele fará o contrário. No momento, eu quero apenas que ele demore o máximo a passar. Quero aproveitar cada segundo feliz com a Fernanda. Cada segundo que com ela, sinto coisas novas. Pergunto-me às vezes cadê aquela minha indiferença? Não sei o que houve. Definitivamente eu mudei. Agora eu luto pelo que acredito. Acredito no amor e ponto.


"You're the most important thing to me now. The most important thing to me ever."