segunda-feira, 27 de junho de 2011

Um mês, dois meses... sete meses. É engraçado como é sempre no sétimo mês que tudo desanda. Dessa vez, eu tentei desde o início não me apegar, mas seu carisma, sua beleza, sua inteligência e todas aquelas nossas conversas (e de mais ninguém) no telefone todos os dias, me cativaram. Por inteiro. E quando percebi, já havia me entregado.

Sempre me criticando por eu ter muitos amigos e fazer de todos eles, meus melhores amigos. Mas não. Minha melhor amiga, desde o dia em que te conheci, foi você. Te contei tudo. Ouvi tudo que tinha pra dizer. Mudei sem perceber. O amor foi crescendo.

Agora, quando eu já havia me acostumado a ser feliz com você, veio uma calmaria. E você foi se distanciando aos poucos e em silêncio. E eu vi você indo embora e desesperei. Tentei de tudo. Ainda quero tentar de tudo. Mas não posso deixar você saber o quanto é tão importante pra mim, como é meu pilar, minha força. É como naquele texto que um dia lhe entreguei e dizia que se você soubesse que eu te amo, iria embora. E está acontecendo. E tenho que fingir estar bem, quando na verdade, estou desesperada por ter nossos melhores momentos de volta.

Primeira vez em que fui fiel desde o início. Me mantenho assim. Porque te amo e te amo de um jeito que ofusca meus olhos e não enxergo mais ninguém. Mesmo que eu diga coisas pra tentar te afetar, porque no fundo, sinto que você é muito melhor que eu e que todo mundo. Porra, só quero que tudo volte pro que era antes.

Tudo o que posso lhe dizer agora, em meio a isso tudo é:

"Quando você quiser conversar, me liga. Vou te dar um tempo, pq eu to sentindo que tá tudo fora do controle.





Te amo muito, chata. Não quero te perder.
"


E realmente não quero te perder.

domingo, 28 de novembro de 2010

Finalmente

tudo se transformou em lembranças.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Covarde

É muito mais covarde aquele que diante de quem se preocupa, quem trata com carinho, quem corresponde mostra uma personalidade totalmente indiferente e para os OUTROS tenta parecer o contrário.
É claro que todo mundo já passou por alguma situação semelhante, mas a diferença está entre quem aprende com isso e quem não está nem aí. Bom, fica aí a escolha de cada um.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sensação

É indescritível a sensação de ver você entrar no MSN, com aquela mesma foto de quando nos conhecemos, há quase 3 ou 4 anos. E eu era apaixonada por você e por tudo que fazíamos juntas.
Nós éramos quase irmãs, mas talvez um pequeno detalhe da nossa amizade, defeito quase inexistente fez com que quase tudo acabasse. Talvez por ter sido naquela época, em que necessitávamos crescer e você ficou com aquele garoto da sua escola e eu com aquela menina estranha que eu gostava.
Não nos esquecemos, mas talvez tivéssemos deixado, ao mesmo tempo, nossa amizade em segundo plano e nenhuma de nós duas lembrou assim, que não deveríamos deixar isso morrer, estávamos em outros lugares, cada uma com sua vida.
Hoje eu sinto falta de tudo de bom que fazíamos. De como me sentia feliz com tudo aquilo. E também percebi, que não era uma amizade. Era amor. E era puro e grande demais, pra gente ter conseguido naquela época (e éramos tão imaturas) administrar tudo que sentíamos.

Objetos

As pessoas são como objetos.
Podem ser como sabonete: você faz questão de segurá-lo firme pra não escapar;
Podem ser fantoches: utilizadas de vez em quando para diversão;
Podem ser água: essencial pra vida;
Podem ser o mar: sempre com suas surpresas;
Podem ser como uma bela paisagem e te encantar de forma inesquecível;
Podem ser como cabelo: você corta e de repente nasce e volta a crescer;
Podem ser como marionetes: manipuladas sempre que preciso...

não se esqueça que você também é uma pessoa e tudo acima vale pra você também.

Quebrando o encanto

Uma vez você acreditou com toda a certeza de que havia conhecido a pessoa perfeita pra sua vida. Enfrentou tudo por ela, simplesmente por sentir que... valia a pena. Mesmo seus amigos mais próximos, seus pais, praticamente o mundo inteiro não conseguiram te mostrar que todo mundo tem defeitos. E de repente, mesmo que depois de uma vida quase toda, você percebeu que tudo aqui não passava de ... momentos relativos. Você sempre enxergou o melhor de tudo, os bons momentos. Enquanto o resto enxergava talvez, parte dos OUTROS momentos. Por isso na sua cabeça valia a pena, você não sabia que tudo o que passaram não era feito de apenas bons momentos.

Foi aí que o encanto se quebrou. Nada foi o que parecia antes pra você. O seu castelo de princesa, com o príncipe lindo e corajoso era meramente uma ilusão que você se forçou a acreditar piamente para não se sentir vazia. Mas até onde se enganar vale a pena? Afinal, de fato você continua vazia, mas preenche um pouco disso com ilusões e é a mesma coisa que nada, NADA.

Por isso tudo acaba um dia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Eu odeio...

tudo o que você faz.