segunda-feira, 27 de junho de 2011

Um mês, dois meses... sete meses. É engraçado como é sempre no sétimo mês que tudo desanda. Dessa vez, eu tentei desde o início não me apegar, mas seu carisma, sua beleza, sua inteligência e todas aquelas nossas conversas (e de mais ninguém) no telefone todos os dias, me cativaram. Por inteiro. E quando percebi, já havia me entregado.

Sempre me criticando por eu ter muitos amigos e fazer de todos eles, meus melhores amigos. Mas não. Minha melhor amiga, desde o dia em que te conheci, foi você. Te contei tudo. Ouvi tudo que tinha pra dizer. Mudei sem perceber. O amor foi crescendo.

Agora, quando eu já havia me acostumado a ser feliz com você, veio uma calmaria. E você foi se distanciando aos poucos e em silêncio. E eu vi você indo embora e desesperei. Tentei de tudo. Ainda quero tentar de tudo. Mas não posso deixar você saber o quanto é tão importante pra mim, como é meu pilar, minha força. É como naquele texto que um dia lhe entreguei e dizia que se você soubesse que eu te amo, iria embora. E está acontecendo. E tenho que fingir estar bem, quando na verdade, estou desesperada por ter nossos melhores momentos de volta.

Primeira vez em que fui fiel desde o início. Me mantenho assim. Porque te amo e te amo de um jeito que ofusca meus olhos e não enxergo mais ninguém. Mesmo que eu diga coisas pra tentar te afetar, porque no fundo, sinto que você é muito melhor que eu e que todo mundo. Porra, só quero que tudo volte pro que era antes.

Tudo o que posso lhe dizer agora, em meio a isso tudo é:

"Quando você quiser conversar, me liga. Vou te dar um tempo, pq eu to sentindo que tá tudo fora do controle.





Te amo muito, chata. Não quero te perder.
"


E realmente não quero te perder.

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