Mou hitori de arukenai
Toki no kaze ga tsuyosugite
Ah kizu tsuku koto nante
Nareta hazu dakedo ima wa...
Ah kono mama dakishimete
Nureta mama no kokoro wo
Kawari tsuzukeru kono toki ni
Kawaranai ai ga aru nara
Will you hold my heart
Namida uketomete
Mou kowaresou na All my heart
Forever love Forever dream
Afureru omoi dake ga
Hageshiku setsunaku jikan wo umetsukusu
Oh tell me why
All I see is blue in my heart
Will you stay with me
Kaze ga sugisaru made
Mata afuredasu All my tears
Forever love Forever dream
Kono mama soba ni ite
Yoake ni furueru kokoro wo dakishimete
Oh stay with me
Ah subete ga owareba ii
Owari no nai kono yoru ni
Ah ushinau mono nante
Nanimo nai anata dake
Forever love Forever dream
Kono mama soba ni ite
Yoake ni furueru kokoro wo dakishimete
Ah will you stay with me
Kaze ga sugisaru made
Mou dare yori mo soba ni
Forever love Forever dream
Kore ijou arukenai
Oh tell me why Oh tell me true
Oshiete ikiru imi wo
Forever love Forever dream
Afureru namida no naka
Kagayaku kisetsu ga eien ni kawaru made
Forever love
sábado, 28 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Vida
Esses dias eu estava andando pela avenida perto da minha casa, ao voltar para casa depois de longas horas de aulas e aulas particulares e, ao passar por uma praça bastante arborizada, aproveitei um pouco da sombra do local para sentar e refletir um pouco sobre a vida. Como sempre, o pensamento de sempre me tomou. Sempre cheio de lembranças, sempre cheio de "id", sempre aquela garota.
É difícil perceber e muitas vezes aceitar o quanto eu mudei em tão pouco tempo. Eu não me (re)conheço mais.
É difícil perceber e muitas vezes aceitar o quanto eu mudei em tão pouco tempo. Eu não me (re)conheço mais.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Feeling
Tanto a dizer/ mas as palavras não saem/ de tanto calar me ensinarem/ já agora não as consigo sequer dizer
Isso é o que sinto por todos aqueles que tenho que conviver todos os dias em sala de aula.
Sicking, ha!
e quem iria adivinhar que após anos eu ter brincado com pessoas em suas tosses (por qualquer motivo), dizendo que elas tinham câncer pulmonar, fosse logo eu a ter problemas reais com isso?
Como é irônica nossa vida!
Como é irônica nossa vida!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Desabafo!
Difícil a concordância entre essas palavras, porém se em fatos bastante simples se torna. Peguemos por exemplo então o que houve comigo hoje, neste dia 17 de novembro de 2009:
Depois de tanto engolir e suportar maus tratos e mesmo problemas insolúveis, senti-me triste nesta manhã. Aquela mesma sensação de todo dia: falta de ar, aperto no peito, desânimo e vontade de chorar. Mas era rotina essa sensação toda manhã, então engoli tudo pra mim e continuei a fingir estar bem. Lembro, para quem sabe das histórias pessoais minhas, que ontem à noite ocorreu mais um daqueles episódios que me abalam, correto? Fora o fato de que em casa, ando passando mais uma daquelas temporadas insuportáveis de problemas familiares. Escola? Nossa, essa daí é recorde de situações de desagrado pro meu humor: começa com notas, termina com aquele sentimento de exaustão com os "tipinhos" com que tenho que conviver em sala (lógico, salvo alguns).
Bom, pois é, engoli. Aguentei mais alguns horários até de novo aquela pessoa que antes se dizia minha amiga (e que talvez por eu ter tanta consideração, seja motivo de situações que me incomodam), vir com aquela mesma atitude de me tratar mal. Hoje me incomodou mais que nunca! Não deu pra engolir. A questão é:
A pessoa começou a me tratar mal, porque um dia ficamos. Okay, eu até entendo que essa situação possa mudar o comportamento de algumas pessoas, mas tratar a mim, como se eu fosse culpada por algo, isso não tem lógica! Cadê nossa amizade que antes você dizia haver? E, mais uma coisa: não te obriguei a ficar comigo, LÓGICO. Se um dia ficamos, foi por que de alguma forma você quis.
Como dizia, isso me incomodou! Saí de perto e algum sentimento me corroeu à ponto de me fazer derramar algumas lágrimas. De início, pensei que fosse tristeza, mas agora tenho certeza de que não o é. De novo, fiz o máximo pra engolir e tentar ficar bem. E adivinha! Lógico que vinha mais coisas pela frente.
Não havia passado sequer um horário e o supervisor entrou com um monte de provas pra entregar e como tinha de acontecer, o Sandro pegou-as e ficou fazendo hora com as provas na mão, ou o que seja, porque na verdade eu nem vi o que tava acontecendo! Eu apenas ouvi algumas pessoas reclamando até que alguém me pediu pra distribuir. Eu pensei: "Como não estou corrigindo o exercício mesmo, não custa nada entregar, assim, quem está corrigindo não precisa de perder a correção." E eis que o professor chamou minha atenção e todo mundo que antes havia apoiado para que eu tomasse conta do trabalho de distribuição das provas para evitar problemas, simplesmente me condenou, como se eu tivesse culpa! Meu Deus, isso me desorienta! E já não é de hoje que essa mesma situação vem ocorrendo na sala.
Sentei, abaixei a cabeça e as lágrimas desceram. Eram muitas e bem mais do que eu esperava. Era a conseqüencia daquela exaustão por engolir tudo. E tudo o que me passou pela cabeça, foi o medo de começarem a reclamar e criticar, dizendo que eu estava me fazendo de vítima, ou que era desnecessário, ou que era pra aparecer. Isso provavelmente ia me fazer ruir naquele momento. Estava destruída.
Agora que posso refletir com um pouco mais de calma e até mesmo com a maturidade normal (ou anormal em relação à minha idade), cheguei à conclusão de que as pessoas só sabem reclamar naquela sala. E isso acaba fechando a cabeça delas. Se tornam cegas. Não conseguem perceber o que outras pessoas fazem por elas. Se tornam ingratas. Continuam reclamando, jogando a culpa pro outro. Fácil, não? E agir, pra melhorar as coisas? Alguém faz isso? Não, só sabem reclamar. Reclamam de quem não faz e de quem faz. No meu caso, eu não fazia. Me senti incomodada e comecei a mudar. Hoje, sou uma das únicas que faz algo lá, mas continuam reclamando. Jogando a culpa do que não é feito, em cima de mim.
Talvez caiba à cada um refletir e tentar pensar em uma forma de ajudar. Procurar defeitos em si, em vez de apontar o do outro. E eu que achava que eu era imatura, descobri que na verdade o problema é por eu ser mais madura do que a cabeça daqueles pobres coitados, e por isso eles não conseguem me entender.
Depois de tanto engolir e suportar maus tratos e mesmo problemas insolúveis, senti-me triste nesta manhã. Aquela mesma sensação de todo dia: falta de ar, aperto no peito, desânimo e vontade de chorar. Mas era rotina essa sensação toda manhã, então engoli tudo pra mim e continuei a fingir estar bem. Lembro, para quem sabe das histórias pessoais minhas, que ontem à noite ocorreu mais um daqueles episódios que me abalam, correto? Fora o fato de que em casa, ando passando mais uma daquelas temporadas insuportáveis de problemas familiares. Escola? Nossa, essa daí é recorde de situações de desagrado pro meu humor: começa com notas, termina com aquele sentimento de exaustão com os "tipinhos" com que tenho que conviver em sala (lógico, salvo alguns).
Bom, pois é, engoli. Aguentei mais alguns horários até de novo aquela pessoa que antes se dizia minha amiga (e que talvez por eu ter tanta consideração, seja motivo de situações que me incomodam), vir com aquela mesma atitude de me tratar mal. Hoje me incomodou mais que nunca! Não deu pra engolir. A questão é:
A pessoa começou a me tratar mal, porque um dia ficamos. Okay, eu até entendo que essa situação possa mudar o comportamento de algumas pessoas, mas tratar a mim, como se eu fosse culpada por algo, isso não tem lógica! Cadê nossa amizade que antes você dizia haver? E, mais uma coisa: não te obriguei a ficar comigo, LÓGICO. Se um dia ficamos, foi por que de alguma forma você quis.
Como dizia, isso me incomodou! Saí de perto e algum sentimento me corroeu à ponto de me fazer derramar algumas lágrimas. De início, pensei que fosse tristeza, mas agora tenho certeza de que não o é. De novo, fiz o máximo pra engolir e tentar ficar bem. E adivinha! Lógico que vinha mais coisas pela frente.
Não havia passado sequer um horário e o supervisor entrou com um monte de provas pra entregar e como tinha de acontecer, o Sandro pegou-as e ficou fazendo hora com as provas na mão, ou o que seja, porque na verdade eu nem vi o que tava acontecendo! Eu apenas ouvi algumas pessoas reclamando até que alguém me pediu pra distribuir. Eu pensei: "Como não estou corrigindo o exercício mesmo, não custa nada entregar, assim, quem está corrigindo não precisa de perder a correção." E eis que o professor chamou minha atenção e todo mundo que antes havia apoiado para que eu tomasse conta do trabalho de distribuição das provas para evitar problemas, simplesmente me condenou, como se eu tivesse culpa! Meu Deus, isso me desorienta! E já não é de hoje que essa mesma situação vem ocorrendo na sala.
Sentei, abaixei a cabeça e as lágrimas desceram. Eram muitas e bem mais do que eu esperava. Era a conseqüencia daquela exaustão por engolir tudo. E tudo o que me passou pela cabeça, foi o medo de começarem a reclamar e criticar, dizendo que eu estava me fazendo de vítima, ou que era desnecessário, ou que era pra aparecer. Isso provavelmente ia me fazer ruir naquele momento. Estava destruída.
Agora que posso refletir com um pouco mais de calma e até mesmo com a maturidade normal (ou anormal em relação à minha idade), cheguei à conclusão de que as pessoas só sabem reclamar naquela sala. E isso acaba fechando a cabeça delas. Se tornam cegas. Não conseguem perceber o que outras pessoas fazem por elas. Se tornam ingratas. Continuam reclamando, jogando a culpa pro outro. Fácil, não? E agir, pra melhorar as coisas? Alguém faz isso? Não, só sabem reclamar. Reclamam de quem não faz e de quem faz. No meu caso, eu não fazia. Me senti incomodada e comecei a mudar. Hoje, sou uma das únicas que faz algo lá, mas continuam reclamando. Jogando a culpa do que não é feito, em cima de mim.
Talvez caiba à cada um refletir e tentar pensar em uma forma de ajudar. Procurar defeitos em si, em vez de apontar o do outro. E eu que achava que eu era imatura, descobri que na verdade o problema é por eu ser mais madura do que a cabeça daqueles pobres coitados, e por isso eles não conseguem me entender.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Sem você, sem amor
É tudo sofrimento
Pois você é o amor
Que eu sempre procurei em vão
Você é o que resiste
Ao desespero e à solidão
Nada existe
E o mundo é triste sem você
Meu amor, meu amor
Nunca te ausentes de mim
Para que eu viva em paz
Para que eu não sofra mais
Tanta mágoa assim, no mundo
Sem você
Vinícius de Moraes
Você só me ensinou a te querer
Não vejo mais você faz tanto tempo
Que vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
É verdade, eu não minto
E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Só pra ver se te encontro
Caetano Veloso
Assinar:
Postagens (Atom)
